<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994</id><updated>2012-02-12T06:20:53.039-08:00</updated><title type='text'>Correio Universal</title><subtitle type='html'>por trás de todas as minhas palavras existe um mundo só meu, que ainda não conheço.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-867174010178881366</id><published>2011-12-30T05:37:00.000-08:00</published><updated>2011-12-30T05:37:39.304-08:00</updated><title type='text'>Happy New Year!</title><content type='html'>&lt;div class="corpo" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a&amp;nbsp;que se deu o nome de ano,&amp;nbsp;foi um indivíduo genial.&lt;br /&gt;Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no&amp;nbsp;limite da exaustão.&amp;nbsp;Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e&amp;nbsp;entregar os pontos.&amp;nbsp;Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra&lt;br /&gt;vez, com outro&amp;nbsp;número e outra vontade de acreditar que daqui pra&amp;nbsp;diante vai ser diferente"&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="corpo" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-867174010178881366?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/867174010178881366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=867174010178881366' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/867174010178881366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/867174010178881366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2011/12/happy-new-year.html' title='Happy New Year!'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-1769749521475537253</id><published>2011-04-21T18:25:00.000-07:00</published><updated>2011-04-21T18:25:02.037-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Tire uma foto minha&lt;br /&gt;Guarde na lembrança&lt;br /&gt;Não se sabe o dia de amanhã&lt;br /&gt;Acorde para a vida&lt;br /&gt;Tenha esperança&lt;br /&gt;Outras direções não fazem tão mal assim&lt;br /&gt;Seus olhos dizem a verdade&lt;br /&gt;Mas seus lábios mentem&lt;br /&gt;Acorde!&lt;br /&gt;A vida quer de você o melhor que puder dar.&lt;br /&gt;Não pense que o ontem é o mais importante&lt;br /&gt;Ou que o sol vai aparecer para sempre.&lt;br /&gt;A vida é agora.&lt;br /&gt;(cb)&lt;br /&gt;19/04/11&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-1769749521475537253?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/1769749521475537253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=1769749521475537253' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/1769749521475537253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/1769749521475537253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2011/04/tire-uma-foto-minha-guarde-na-lembranca.html' title=''/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-2957994910034897336</id><published>2011-04-01T16:29:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T16:29:02.953-07:00</updated><title type='text'>Sua contribuição</title><content type='html'>&lt;div class="entry-content"&gt;     &lt;em&gt;“Que cada cidadão apresente sua contribuição mínima à paz,  todos os dias. Que cada mulher, homem e criança ore pela paz do planeta,  que procure sanar seus próprios focos de desarmonia em casa, no  ambiente de trabalho, nos círculos acadêmicos, na via pública. Que os  conflitos sejam dirimidos, por meio da busca da confraternização, da  transcendência do confronto de interesses, por um espírito de cooperação  mais amplo, que englobe as necessidades de todos. Isso deve se tornar  hábito no dia a dia, a fim de que se espraie uma psicosfera de paz, como  uma bendita epidemia de otimismo, de amor, de esperança, de felicidade.  Pequenos gestos de fraternidade: um olhar afetuoso, um aperto de mão,  um minuto de atenção, um abraço, um telefonema amistoso, um e-mail  gentil, uma carta terna podem fazer milagres, em efeito dominó,  sobretudo quando realizados sistematicamente e a partir da iniciativa de  uma massa de pessoas, ao mesmo tempo. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; Que o leitor comum que nos lê não&amp;nbsp;menospreze&amp;nbsp;seu poder de ação,  por julgar muito diminuta sua possibilidade de contribuição para o  problema global. O paradigma holográfico, o novo parâmetro filosófico  das ciências, diz que não só a parte está no todo, como o todo está na  parte. Gandhi disse certa feita: um único homem que se converta ao  verdadeiro amor pode aplacar o ódio de milhões. A transformação genuína e  profunda de uma pessoa pode ter efeitos extraordinários, em cadeia, em  torno de seus passos, afetando milhares de outros corações. Sem  perceber, por vias diretas ou indiretas, cada ser humano tem um poder de  influência sobre milhares de almas, encarnadas e desencarnadas, todos  os dias. É muito importante que o homem e mulher comuns tenham bastante  consciência desse seu poder excepcional, quase sempre ignorado, tanto de  fazer o bem, como de promover o mal, até mesmo por sua negligência.  Como disse Jesus: o Reino dos Céus está dentro de Vós. Essa passagem dos  Evangelhos pode perfeitamente ser aplicada para essa reflexão. O Reino  de Deus não se implantará na Terra por meio de decretos ou iniciativas  econômico-sociais, mas pela transformação verdadeira dos valores, da  forma de interpretar e de sentir o mundo de cada ser humano, o que terá  efeitos diretos em sua conduta e em sua interação com outros seres  humanos. Nesse busílis é que se dará a verdadeira e definitiva  revolução: no coração de cada habitante do planeta.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Anacleto, do grupo Salto Quântico.&lt;br /&gt;Link:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.saltoquantico.com.br/2001/09/15/consulta-a-anacleto-06-tema-a-crise-internacional/"&gt;http://www.saltoquantico.com.br/2001/09/15/consulta-a-anacleto-06-tema-a-crise-internacional/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;retirado do&amp;nbsp;&lt;a href="http://blogdojoao.wordpress.com/"&gt;Blog do João&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-2957994910034897336?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/2957994910034897336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=2957994910034897336' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/2957994910034897336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/2957994910034897336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2011/04/sua-contribuicao.html' title='Sua contribuição'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-3881708691867282203</id><published>2010-07-16T23:11:00.000-07:00</published><updated>2010-07-16T23:32:36.414-07:00</updated><title type='text'>Ode ao passado findo.</title><content type='html'>Então coloquemos uma pedra.&lt;div&gt;Ou melhor, uma rocha...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma montanha,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um planeta ou o universo inteiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Melhor ainda: que seja engolido por um buraco negro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não interessa o que passou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O tempo findo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não quero mais saber de outrora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que a aurora do agora é o que me atrai.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois o sol não vai embora quando a chuva cai.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Morte ao passado ultrapassado que passou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E que venha o futuro, mais que esperado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O futuro de um presente perpassado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que na hora do fracasso, superou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-3881708691867282203?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/3881708691867282203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=3881708691867282203' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/3881708691867282203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/3881708691867282203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2010/07/ode-ao-passado-findo.html' title='Ode ao passado findo.'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-1420858227620952213</id><published>2010-06-11T16:26:00.000-07:00</published><updated>2010-06-13T11:28:33.672-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quero(,) amor,&lt;br /&gt;um pouquinho de atenção.&lt;br /&gt;Um carinho,&lt;br /&gt;um abraço,&lt;br /&gt;um beijo,&lt;br /&gt;um amasso,&lt;br /&gt;Quero te atravessar o mastro&lt;br /&gt;até furar o colchão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que amor,&lt;br /&gt;que calor,&lt;br /&gt;que furor,&lt;br /&gt;que aquele meu torpor todo foi embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me acorda.&lt;br /&gt;Sacode a alma.&lt;br /&gt;Ingrata.&lt;br /&gt;Quero te acolher em mim, minha amada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que agora,&lt;br /&gt;viva em mim,&lt;br /&gt;torna-te parte integrante de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas me deixa fora de Alcatraz.&lt;br /&gt;Pois de lá sou o CEO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, amor,&lt;br /&gt;eu tenho uma missão.&lt;br /&gt;E que eu veja o clarão.&lt;br /&gt;E que me venha o bujão, o fogão e a televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me espera é o mar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-1420858227620952213?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/1420858227620952213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=1420858227620952213' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/1420858227620952213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/1420858227620952213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2010/06/quero-amor-um-pouquinho-de-atencao.html' title=''/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-8576150349206805041</id><published>2010-05-24T12:35:00.000-07:00</published><updated>2010-05-24T12:50:27.314-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Agora é como escutar uma música calma ao longe.&lt;div&gt;O céu está mais azul.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a música vai me deixando tranquilo, aos poucos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma batida leve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto o vento tocar o rosto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meus dedos tem vontade de dançar,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto meu corpo levitar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dizem que sou louco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por sentir assim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, agora, eu sou feliz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a sensação é de que,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;escutarei aquela música a me acalmar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora o que eu quero&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é pensar no pior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sinto o melhor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele vem a mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou tranquilo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a música a tocar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou em paz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fecho os olhos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu corpo obedece às batidas da canção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o que eu quero agora é sentir seu coração.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Descobrir o que quer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Atender aos seus desígnios.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entender seus devaneios.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E acordar ao seu lado todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Until the end of life.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-8576150349206805041?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/8576150349206805041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=8576150349206805041' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/8576150349206805041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/8576150349206805041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2010/05/agora-e-como-escutar-uma-musica-calma.html' title=''/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-4042917156438184900</id><published>2010-04-07T19:23:00.000-07:00</published><updated>2010-04-07T19:39:06.619-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O anoitecer frio&lt;div&gt;nem sequer me reprime.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao contrário,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Traz seu abraço que me conforta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu que era tão certo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu que falei "nem pensar".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho sorte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou incerto como uma equação no infinito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E me surpreendi.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais uma vez.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O sol que antes aquecia,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não trás o mesmo calor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Hoje fez frio ao amanhecer",&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi o que me disseram.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu nem me lembro quando o senti pela última vez.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, como um ímã, o calor ficou no metal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que aos poucos amolece.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E por pouco não se esquece,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De evitar o trivial.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Você é meu número".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"E eu...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu serei sua(!) vida".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-4042917156438184900?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/4042917156438184900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=4042917156438184900' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/4042917156438184900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/4042917156438184900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2010/04/o-anoitecer-frio-nem-sequer-me-reprime.html' title=''/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-6648309975542535664</id><published>2010-03-18T06:56:00.001-07:00</published><updated>2010-03-18T11:12:35.326-07:00</updated><title type='text'>Dons, sobre (os) naturais</title><content type='html'>O que dizer de uma criança de 2 anos que acorda no meio da noite chamando os pais porque quer conversar sobre o império romano? Acha impossível que isso aconteça? Pois aconteceu com um garoto na Europa. A mídia já disse logo que o menino era um gênio e chegou a compará-lo a Einstein.&lt;br /&gt;Realmente, deve ser levado em consideração que o cérebro do garoto é diferente do das crianças ditas "normais". Ele é bem mais desenvolvido. Mas o que aconteceu para haver essa discrepância enorme?&lt;br /&gt;Quando questionado sobre o que queria de natal, emocionado, disse o menino que queria um amigo pra conversar. Afinal, que criança quer conversar? Ainda mais sobre questões históricas e/ou filosóficas...&lt;br /&gt;Tendo em vista que a ciência explica, mas não convence, surgem as explicações religiosas para indagações como as seguintes: Será que todo esse conhecimento vem de uma vida passada? Se vem, como ele consegue lembrar disso? Por que o raciocínio lógico dele é tão rápido e incrivelmente correto? Entre outras...&lt;br /&gt;O Espiritismo, baseado nas experiências de &lt;b&gt;Hippolyte Léon Denizard Rivail, &lt;/b&gt;mais conhecido como Allan Kardec, com a ajuda de vários médiuns, mesas giratórias e espíritos superiores, diria que isso é fruto da reencarnação. Com toda a certeza!&lt;br /&gt;Mas, como indagou meu amigo João quando falou da reencarnação em seu &lt;a href="http://blogdojoao.wordpress.com/2010/03/17/sobre-os-dons-naturais-1/"&gt;blog&lt;/a&gt;, se a reencarnação existe, por que não lembramos nitidamente de nossas vidas passadas? Questão complicada.&lt;br /&gt;Pelo dito até agora, podemos até não lembrar nitidamente das nossas vidas passadas, mas trazemos conosco a experiência que nos foi agregada. E quando sentimos a "intuição" podemos estar nos baseando em experiências anteriores (tanto dessa vida como de outra). A intuição é sim um forte indício da reencarnação.&lt;br /&gt;Pensemos na nossa vida hoje: nas suas atitudes do dia a dia, você toma decisões sem se basear em experiências anteriores? Eu espero que não. No meu caso, sempre penso no que já vivi para saber qual será o próximo passo. Porém, por diversas vezes, não sei "onde vou pisar", mas "algo me diz" que eu posso ir. E vou, me sentindo seguro. Isso implica que eu já vivi aquela experiência (ou uma parecida) anteriormente. Se não foi nessa vida, só pode ter sido em outra... Então, eu acabo por me lembrar do que vivi e me baseio nisso para viver agora.&lt;br /&gt;Por outro lado, se lembrássemos nitidamente daquilo que vivemos em outras vidas, talvez não houvesse a evolução tão desejada por nós (espíritos e homens). Pois, talvez, acharíamos que já sabemos demais ou hesitaríamos em dar um passo a diante.&lt;br /&gt;Sei que minha sensibilidade para essas coisas anda apurada nesses últimos dias. E isso mexe comigo. Tenho tentado entender. Mas como é complicado esse (meu) universo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-6648309975542535664?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/6648309975542535664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=6648309975542535664' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/6648309975542535664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/6648309975542535664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2010/03/dons-sobre-os-naturais.html' title='Dons, sobre (os) naturais'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-2896549144435157138</id><published>2010-02-13T15:32:00.001-08:00</published><updated>2011-10-27T14:02:24.177-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Sozinha ela corria pela rua ainda de pedra da antiga cidade. Os lustres século XVII deixavam-na com ares sombrios. Sentia um aperto no peito. Um aperto de amores. Passados ou que estavam por vir? Não sabia.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sentia que precisava correr. Mais rápido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Escutava uma melodia harmoniosa que lembrava o som de um acordeon.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A música a tranquilizava e a fazia correr mais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Subia uma ladeira que parecia não ter fim. As janelas das casas estavam fechadas. O verniz das portas e janelas e a tinta das paredes estavam novos. O cheiro ainda adentrava às narinas sufocante. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Era noite sem lua. E foi sem saber o motivo que ela correu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chegou ao pico do morro onde ficava a igreja. 227 degraus. Parou por um instante. Olhou ao redor. Da porta da igreja se via toda a cidade, pensou. Pos-se a subir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao chegar ao topo sentiu um alívio. Olhou a cidade. Um jovem rapaz, com alguma barba, pele branca, olhos verdes e cabelo ondulado sobre um dos olhos, tocava um acordeon suave. Ela sentia os acordes penetrarem seus ouvidos e alcançarem o âmago. E então dançou. Deixou-se levar pelo som. Um pouco de timidez no começo. Mas não se conteve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sentiu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se libertou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não saberia explicar tal sensação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, como se fosse delirar, suspirou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já era hora de se entregar".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-2896549144435157138?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/2896549144435157138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=2896549144435157138' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/2896549144435157138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/2896549144435157138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2010/02/sozinha-ela-corria-pela-rua-ainda-de.html' title=''/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-4628771511112430909</id><published>2008-09-06T19:46:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T20:29:33.908-07:00</updated><title type='text'>5º Capítulo</title><content type='html'>"A noite foi muito longa naquela véspera. Logo que conversamos com a senhora, dona da casa, fomos para o imóvel alugado. Essa era a parte boa. Não dormiriamos na Kombi. Paramos na porta da casa, que ficava num beco escuro que dava em dois pontos importantes da cidade: as duas praças mais famosas. De frente para ela tinha uma viela que desembocava, uns 200 metros a frente, num beco atrás da Igreja que dormimos, na porta, na noite anterior. A casa tinha uma arquitetura bem rústica. Umas pilastras em forma de "chifres" formavam a fachada, algumas alongadas, algumas retorcidas. A entrada era por um portãozinho de ferro com espetos em cima que dava num corredor longo com algumas escadas (a casa era uns dois metros acima do nível do solo). A porta da sala estava a uns cinco metros do portãozinho e continuando-se no corredor, encontrava-se um quintal com uma área coberta e outra descoberta. Entrando pela sala, que tinha dois sofás pretos (um de dois lugares e outro de três) e uma televisão vinte polegadas, à esquerda ficavam os quartos, que eram dois: um logo após a sala e o outro, com suíte, depois de um corredor em formato de cômodo "quebra-galho" ( serve para o que precisar). O último quarto dava para a rua numa janela de madeira empenada. À direita, pela sala, tinha mais outro quarto, e depois uma cozinha subindo alguns degraus. Na cozinha, perto da porta que dava para o quintal, tinha um banheiro com chuveiro (de água fria) e tudo.&lt;div&gt;Inicialmente a casa estava bem escura. A única luz acesa era uma que ficava logo na entrada, no corredor. Pedi ao Pedro que fosse na frente (sempre fui muito medroso), mas ele também ficou com medo. Tivemos que ir juntos. Abrimos a porta, que rangia muito assustadoramente, lentamente. A primeira coisa que fizemos ao adentrar a casa foi procurar um interruptor para acender a lâmpada. Nos acomodamos. Ligamos a televisão. Fomos comer. O Pedro usou sua experiência na cozinha (teve que aprender a cozinhar para sobreviver, mora sozinho desde os 15 anos) para nos preparar uma deliciosa pizza, esquentada no microondas, daquelas que se compra no supermercado. Comemos como se fosse a última coisa que faríamos na vida. Era como se estivéssemos sem comer há dias. Só uma não foi suficiente. Fizemos mais duas. E, no final, sobrou um quarto da pizza de quatro queijos (já haviamos comido uma de Frango com Catupiry e outra de Calabresa). Com a barriga cheia e bem acomodados era só esperar o novo dia chegar. Tomei um banho, depois ele. Fomos deitar. Escolhemos o quarto com a suíte e dormimos no mesmo cômodo, em camas diferentes. O medo era maior que a quantidade de quartos da casa. Era perto de meia noite quando apagamos as luzes para tentar dormir. Ventava muito naquela noite. E, mesmo com a janela fechada, entrava um vento forte e frio por uma fresta que se abrira num lugar que eu nunca descobri onde. O vento entrava e batia diretamente na primeira cama logo que se entrava no quarto. Por isso a escolhi. Sou extremamente calorento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Começamos a conversar, como de costume, e estávamos tão cansandos que não demorou muito para pegarmos no sono. Ele primeiro que eu, pra não largar a rotina. No meio da noite eu acordei meio sem saber onde estava. O quarto não era tão escuro, por conta da janela empenada, então foi fácil me situar. Achei, então, que iria conseguir voltar a dormir logo. Santa ilusão. As coisas começaram a desandar. Sentia que havia alguém perto de mim, me olhando, mas não via ninguém. Quando fechava os olhos sentia a pessoa chegando mais perto, como se estivesse só esperando eu dormir para me atacar. Isso me deixava imóvel. Havia sentido isso poucos vezes na minha vida. Da última vez, fiquei uma semana dormindo de luz acesa. Era extremamente chata aquela sensação. Toda hora eu tomava um susto. E o pior é que eu sabia que estava acordado, pois ouvia o Pedro roncando (e como roncava o menino). Não tive coragem de olhar as horas quando acordei, mas devia ser por volta de três da manhã. Só sei que quando consegui dormir de verdade o sol já estava nascendo. Sorte minha que o Pedro não tem o costume de acordar cedo. Dormimos até meio dia. Acordei desesperado por causa da hora. Tínhamos que ter começado a arrumar as coisas às nove e meia. Quase três horas de atraso. Levantei correndo. Gritei o Pedro. Estávamos prontos pra começar às treze. Será que daria tempo de fazer tudo? Ou teríamos que esperar mais um dia interminável naquela cidade? Ou seria melhor desistir de tudo? Mas não dava pra desistir, já tínhamos investido um bom dinheiro naquilo. O jeito era correr atrás do tempo e botar pra quebrar. Foi o que fizemos..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-4628771511112430909?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/4628771511112430909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=4628771511112430909' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/4628771511112430909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/4628771511112430909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2008/09/5-captulo.html' title='5º Capítulo'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-1509240237777782124</id><published>2008-08-07T05:11:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T06:20:28.044-07:00</updated><title type='text'>4º Capítulo</title><content type='html'>"De manhã, por volta das sete horas, acordei e, impaciente, dirigi a Kombi até o Hotel mais próximo para que pudéssemos nos higienizar. Como sabia que ia ser difícil acordar aquele rapaz que dormia na carroceria, passei pelo máximo de buracos que consegui (que são muitos na cidade de Goyaz, já que as ruas são de pedra). E não é de se ver que nem com as bacadas ele despertou? Quando chegamos no hotel foi que resolvi sacanear. Entrei, conversei com o "gerente" para que pudéssemos fazer tudo que precisávamos fazer por lá, paguei a quantia necessária e pedi um copo com água bem gelada. Ele me disse que a mãe dele só tomava água quase congelando, que ela enchia uma garrafa pet de dois litros com água e colocava no congelador e que então teria sim uma água muito gelada. Quando pedi um copo com água não tinha nem idéia que ele viria com um "balde". Era um copo de alumínio que devia caber de 500 a 700 mililitros de água. Fui correndo em direção a Kombi já com aquele espírito de "capetinha". Abri a porta de trás vagarosamente, sem nenhum ruído (o que era muito difícil), e, da mesma maneira, fui deitando o copo até que caíssem algumas gotas de água, afinal, não sou tão maldoso assim. Ele acordou num pulo só, gritando e esperniando. Eu saí correndo e rindo porque senão ia levar umas porradas ali mesmo. O Pedro costumava ficar muito grilado com esse tipo de brincadeiras. E não foi muito diferente dessa vez. Ficou sem falar comigo até a hora do almoço. Falava somente o essencial e, mesmo assim, com enorme frigidez. E só voltou a falar comigo por causa da idéia genial que eu tive: retomar uma antiga idéia nossa de produzir um curta-metragem lá na cidade.&lt;br /&gt;O curta conta a história de um usuário de drogas que estava ficando paranóico. A história se passa na Cidade de Goyaz. Ele acorda às 10:10h e olha no relógio. Está envolto de garrafas de pinga e vodca, e de uma siringa. Se levanta, meio cambaleante, vai até o banheiro, se olha no espelho e enxagua o rosto. Na sua mente vêm flashs de um lugar escuro, onde ele está encolhido num canto, e quando olha as horas nesse lugar são 11:11h. Ele retoma a consciência e sai. Vai caminho pela cidade que parece não haver ninguém, parece abandonada há anos. Senta no banco da praça e assiste o tempo passar. Olha o relógio, são 12:12h. Desesperado, ele levanta de uma vez como se aquilo não fizesse sentido pra ele. Sai correndo. Desce a rua e vai em direção a um rio que tem na cidade. Flashs mostram ele com roupa numa borda do rio, as roupas dele jogadas no chão e ele do outro lado do rio em cima de uma imensa pedra. Ele olha o relógio. São 13:13h. Ao longe se escuta o som de uma gaita-de-fole. Ele pula. Escuta-se, depois do pulo, um grito. E termina o filme.&lt;br /&gt;Em síntese, era essa a idéia. Começamos então a pensar no que precisariamos para executá-la. Uma casa, a cidade vazia, algumas garrafas de pinga, uma seringa, roupas velhas, um colchão velho e um ator. A parte mais difícil era a cidade vazia, mas não foi bem assim. Fomos espertos e usamos a ifluência ($$) política pra conseguir isso nos pontos que iriamos gravar. Foi só sujar bem a cidade naquele ponto e depois prometer que iriamos deixar tudo como encontramos. O problema agora era o ator. Mas, como queriamos economizar, o Pedro mesmo fez o papel. Aproveitamos que ele estava com a barba grande e colocamos em prática a idéia. Fomos até a casa de uma senhora que costumava alugá-la pra visitantes na época do FICA (Festival Internacional de Cinema Ambiental). Pagamos uma taxa irrisória e começamos a preparar tudo. Buscamos as garrafas nos bares da cidade, pegamos nosso colchão, "produzimos" uma roupa velha e compramos a seringa na farmácia. Estava tudo pronto. Agora era só esperar o dia terminar e, o outro, amanhecer."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-1509240237777782124?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/1509240237777782124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=1509240237777782124' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/1509240237777782124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/1509240237777782124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2008/08/4-captulo-de-manh-por-volta-das-sete.html' title='4º Capítulo'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-7828010201729876038</id><published>2008-07-28T08:02:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T05:27:00.640-07:00</updated><title type='text'>3º Capítulo</title><content type='html'>'A kombi não era 100% conforto, mas quebrava um galho. Como não tinha nada na parte traseira, abrimos um colchão de casal, um pouco velho e rasgado, colocamos um lençol branco e, para que nenhum dos dois adentrasse o espaço do outro, dividimos o ambiente com um lençol e alguns livros (amarramos o lençol no teto e colocamos livros para segurá-lo no colchão).&lt;br /&gt;Era comum, quando adolescentes, eu e ele dormirmos um na casa do outro. Quando isso acontecia, ficávamos noites e noites conversando. Dessa vez não podia ser diferente. Deitamos e, ainda um pouco assustados, começamos a nossa prosa. Surgiram muitos assuntos, mas como o clima era de terror nos lembrei de uma certa vez em que passei uma barra com alguns amigos.&lt;br /&gt;Contarei a história desse dia:&lt;br /&gt;Foi num final de tarde de sábado. Saímos do colégio e fomos pra casa de uma amiga assistir filme de terror: "O exorcismo de Emilly Rose".&lt;br /&gt;A Lua estava cheia e alguns amigos se reuniram para assistir um filme de terror. Estavam muito animados. Eram quatro casais, sendo dois de namorados, um de, até então, ficantes e um outro de potenciais (mas que não deu certo). O plano era ver um filme que desse medo, já que as meninas teriam seus namorados para as defenderem. Então foram para a casa de uma delas. Colocaram o filme e, antes dele começar, o clima já pesava na sala. As meninas estavam com muito medo. Mas, ansiosos e curiosos para saber o desenrolar do filme, começamos a assistir.&lt;br /&gt;Em síntese, era um filme sobre exorcismo e demônios, que, baseado em fatos reais, contava a história de uma menina de Deus que havia sido tomada por Lúcifer. Há vários questionamentos em torno desse ponto, pois, já que ela era tão querida por Deus, por quê Ele teria deixado o anjo das trevas tomar conta dela? Mas, enfim, o que sustenta a nossa história é que, durante o filme, diz que, quando começaram os ataques do Diabo à garota, ela acordou às três horas da manhã em ponto sentindo um cheiro de queimado. Foi até à cozinha verificar mas o alarme de incêndio não havia tocado. Quando ela volta ao quarto e deita na cama, as coisas começam a ser puxadas para baixo. E uma enorme força invisível começa a esmagá-la sobre a cama. Depois disso a garota começa a ser perseguida pelos "demônios" até que, depois de uma tentativa frustrada de exorcismo, ela recebe um chamado da Virgem Maria que propunha a ela duas coisas:&lt;br /&gt;Decidir morrer e ir em paz com a Virgem; ou&lt;br /&gt;Ficar na terra atormentada pelos demônios até a morte para que seja provada a existência do campo espiritual.&lt;br /&gt;Ela decide pela última. E morre depois de alguns dias.&lt;br /&gt;A história de acordar às três da manhã ainda se repete algumas vezes e, aproveitando-se de um problema de insônia de sua namorada, um dos amigos aproveita pra sacanear:&lt;br /&gt;-"Mas eu vou rir demais quando alguém acordar três horas da manhã hoje!"&lt;br /&gt;E os amigos ficam com o número três na cabeça.&lt;br /&gt;O filme termina e, já indo embora, eles entram no elevador. Um deles, cheio de querer passar medo nos outros, diz: "Agora o elevador vai parar e desligar as luzes". Do décimo sétimo andar, eles desceriam até o térreo, mas aquele filme havia mexido com seus ânimos. O elevador pára, de repente, no sexto andar. Mas não abre a porta e continua a descer lentamente fazendo um barulho de ranger de ferros. Chega no térreo e quando todos acham que o elevador vai parar, ele não pára. O visor que mostrava o P (de portaria) passa a mostrar o número 22, depois o 21, e os amigos começam a entrar em pânico e gritar. Aquilo que começou com uma brincadeira parecia mais um filme de terror e se transformara num pesadelo de alguns segundos para todos eles. E então, depois de longos 120 segundos dentro do elevador ele pára. Mas demora para abrir a porta. E aquele breve momento que não deve ter durado nem cinco segundos parece uma eternidade para eles. O elevador, enfim, abre a porta. Todos saem correndo quase tropeçando no degrau que havia se formado, já que o elevador havia parado um pouco abaixo no nível do SS (subsolo). Eles sobem de escada até o Térreo e vão esperar do lado de fora o pai de uma das meninas chegar para levá-los até em casa. E quando acham que tudo havia terminado, eis que surge na portaria uma mulher igualzinha à menina possuída do filme. Eles entram em pânico. Mas, graças aos céus, o pai que viria buscar chega no mesmo instante e eles vão embora. Agora quase felizes e um pouco aturdidos pelo terror que haviam acabado de passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando acabei a história não ouvi nenhum comentário. Levantei um pouco a cabeça e coloquei o lençol de lado: A história foi tão grande que o Pedro dormiu. Eu fiquei lá, acordado. Afinal, depois de uma história daquelas eu estava meio tenso.&lt;br /&gt;Rodava de um lado para outro da "cama" até que ouvi passos. Fiquei estático para que ninguém soubesse que havia alguém dentro da kombi. Os passos foram se aproximando e, de repente, pararam. O vento batia algumas janelas ao longe, além disso, só se ouvia os ruídos da natureza. Começou, então, um ruído ensurdecedor de metal arranhando metal. Meu coração acelerou e dei um pontapé pro lado para acordar o Pedro. Mas foi em vão. Aquilo dormia que nem pedra. O ruído parou. Esperei alguns segundos e me levantei calmamente olhando pela janela da frente para ver se havia algo lá fora. Estava tudo escuro, como se tivesse acabado a energia da cidade, ou alguém a tivesse desligado. Por um instante senti alguém tentando abrir a porta de trás. Puxou forte, tão forte que arrebentou a porta.&lt;br /&gt;Acordei num salto só. Era apenas um sonho.&lt;br /&gt;E tudo correu bem até o amanhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(tem gente que vai querer me matar depois deste post)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-7828010201729876038?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/7828010201729876038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=7828010201729876038' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/7828010201729876038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/7828010201729876038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2008/07/la-nuit-de-terreur.html' title='3º Capítulo'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-1995983455403065178</id><published>2008-06-19T07:19:00.001-07:00</published><updated>2008-08-07T06:16:02.103-07:00</updated><title type='text'>2º Capítulo</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;'Entramos no carro e, como eu sou muito melhor de senso de direção que ele, peguei o volante e ele o mapa. A Kombi tinha um estofado preto, um pouco velho, tinha até uma mola saindo da parte lateral. Por dentro, a lataria estava um pouco enferrujada e com algumas rachaduras. Só havia um banco, o da frente, que cabia o motorista e mais duas pessoas. E foi assim que, ao final da tarde, saímos pelo lado oeste da cidade. A rota ainda não havia sido pensada e essa era uma das coisas mais interessantes do nosso "passeio": não tínhamos idéia do nosso destino.&lt;br /&gt;- E aí? Pra onde vamos?&lt;br /&gt;- Eu tô afim de conhecer qualquer lugar. Sabe? Conhecer uma cidadezinha do interior e seus habitantes, sua cultura, como eles levam a vida... é isso.&lt;br /&gt;- Então a gente segue a estrada e na primeira cidade que chegarmos, paramos.&lt;br /&gt;- Fechou.&lt;br /&gt;- E, vem cá. Eu tava aqui pensando... dá pra fazer um filme com isso. "A cara do Brasil"! O que você acha?&lt;br /&gt;- Nóóóó, vey! Muito massa a idéia. O nome é que não ficou muito legal. hehehe&lt;br /&gt;- É. Concordo. Mas no nome a gente pensa depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma hora e meia de viagem chegamos à Cidade de Goyaz, ou Vila Boa de Goyaz, ou Goiás Velho, para os mais íntimos. Claro que já haviam passado algumas cidades, mas não achei interessante a idéia que eu mesmo havia dado. Não podia ser qualquer cidade, assim, logo no começo da viagem. Depois de algum tempo, quem sabe? Goyaz foi a primeira capital do Estado de Goiás. Uma cidadezinha antiga, cheia de histórias e mistérios, tudo que a gente precisava.&lt;br /&gt;Paramos a Kombi em frente a um barzinho um pouco mal-encarado, parecido com aqueles de cidades abandonadas naqueles filmes de velho oeste. A porta estava bamba e fazia um barulho infernal a cada vez que alguém a abria, ou até mesmo quando o vento batia. Sentamos. As cadeiras eram de madeira velha, comida pelos cupins. No balcão estavam um gordão de camiseta branca apertada e metade da barriga de fora, e uma senhora loira, dos cabelos quase brancos, de olhos verde musgo, com mais ou menos uns 60 anos. Eu pedi um suco de morango em lata, pois desde o final da adolescência não bebia mais refrigerante por conta da minha gastrite. Pedro, o meu amigo, pediu uma Coca-Cola. E lá ficamos sentados por uma hora colocando os assuntos em dia. No final da conversa comentei com ele da senhora dos olhos verdes que havia me chamado a atenção. Ela tinha a expressão triste de quem teria muita história pra contar. Nos levantamos e fomos em direção ao balcão. Perguntamos sobre a cidade e suas curiosidades, sobre como era morar num centro histórico, etc. Ela sempre respondia tudo friamente como quem não queria conversa, mas quando perguntamos sobre os mistérios da cidade notei, mesmo ela estando de cabeça baixa sem olhar-nos nos olhos, que seus olhos se arregalaram e ela ficou um pouco apreensiva. Dei uma cutucada no Pedro e ele foi no carro buscar a câmera. Enquanto isso, perguntei à senhora o por quê do susto. Ela disse que esse era um assunto muito delicado, pois na Cidade de Goyaz aconteciam muitas coisas incompreensíveis. E que ela mesma já tinha presenciado um caso estranho. Pedi então que nós pudéssemos gravá-la falando. Sem responder ela começou a narrar.&lt;br /&gt;- Isso aconteceu numa noite de Lua cheia há uns vinte anos num morro aqui perto do bar. Eu caminhava sozinha voltando para casa depois do expediente como fazia todos os dias. Meu patrão sempre me dizia para não passar perto do morro, pois lá moravam espíritos enfurecidos que, quando em vida, se atiraram lá de cima e morreram. Eu, no auge dos meus 32 anos, não acreditava muito naquelas histórias de fantasmas e espíritos maus. Muito curiosa, tomei o caminho do morro. Fui andando calmamente e, sem perceber, foi me encobrindo uma névoa branca um pouco fraca, fazia muito frio naquela noite. O caminho foi ficando cada vez mais escuro e eu andando cada vez mais rápido. Afinal, a gente não acredita, mas mesmo assim morre de medo. Eu caminhava rápido e olhando para todos os lados. De uma hora pra outra senti alguém me seguindo e comecei a olhar muito pra trás. Numa reação súbita olhei para frente e parei, estupefata.&lt;br /&gt;Nesse momento, eu e Pedro já estávamos bastante apreensivos. E notando um certa lentidão para contar o resto da história apressamos a senhora.&lt;br /&gt;- E aí???&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;- Havia na minha frente um enorme cão negro com olhos vermelhos que rosnava pra mim. Comecei a correr pro lado oposto ao do cão e, enquanto corria, ouvia gritos, pareciam gritos de pessoas desesperadas, agoniadas. E, quando cheguei à luz, o cão na estava mais atrás de mim. Voltei para o bar e fiz o caminho que sempre fazia pra ir pra casa depois do trabalho, bem longe do morro.&lt;br /&gt;No final da história ficamos um pouco desanimados com o conteúdo. Parecia uma história muito fajuta e comum. Agradecemos à moça, pagamos a conta e fomos embora. Fiquei encucado com a forma culta que a moça falava, parecia alguém que havia estudado muitos anos. Mas deixei pra lá, já era muito tarde e estávamos cansados. E aí surgiu o impasse: onde dormiríamos? Depois daquela história, mesmo que fajuta, não tínhamos coragem de dormir dentro da Kombi, no meio da rua. Fomos para um hotel na beira da estrada. Era um lugar maltrapilho. A fachada estava torta e cheia de remendos. Quando entramos não havia ninguém no balcão. Tinha teias de aranha nos cantos das paredes e teto. E a luz era muito fraca. Fiquei pensando qual era pior: dormir naquele lugar estranho ou na kombi no meio da rua? Mas, antes que eu pudesse desistir, o atendente chegou.&lt;br /&gt;- Pois não senhores, em que posso ajudá-los?&lt;br /&gt;- Vem cá? Todo mundo aqui na cidade fala bonito assim?&lt;br /&gt;- Não. É que essa frase eu treiní pra falá bunito pros criente.&lt;br /&gt;- Ah. Tá certo. Qual o preço de dois quartos de solteiro?&lt;br /&gt;- 50 real a noite, moço.&lt;br /&gt;- Que isso, filho? Com esse dinheiro eu me alimento por cinco dias.&lt;br /&gt;- É a infração, né moço!?&lt;br /&gt;- Infração?&lt;br /&gt;- É. Aquelnegóci do dólar.&lt;br /&gt;- Ah, sim. Inflação.&lt;br /&gt;- É. Isso mesm. Mais como o sinhô é inteligenti.&lt;br /&gt;- Devo ser sim. Mas você lá sabe o que é inflação?&lt;br /&gt;- Sei não. Mais é que o patrão falô pra quando chegá algum criente recramando do preço é preu dizê esse negóci de infração.&lt;br /&gt;- Ah. Então tá certo, rapaz. Hoje não ficaremos por aqui. Quem sabe outro dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos novamente sem saber pra onde ir. Não poderíamos ficar num lugar ruim daquele e ainda pagar uma fortuna. Chegamos ao consenso de que dormiríamos na Kombi mesmo. Fui dirigindo até a praça da igreja que toda cidade do interior tem. Paramos em frente a porta da igreja e lá decidimos passar a noite. Afinal, na porta da igreja ninguém teria coragem de roubar e estaríamos protegidos dos "maus" espíritos. Era o que nós pensávamos.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-1995983455403065178?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/1995983455403065178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=1995983455403065178' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/1995983455403065178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/1995983455403065178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2008/06/entramos-no-carro-e-como-eu-sou-muito.html' title='2º Capítulo'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-6387386518983403707</id><published>2008-05-27T20:43:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T06:16:16.043-07:00</updated><title type='text'>1º Capítulo</title><content type='html'>'Estava deitado na varanda de casa quando, ao longe, comecei a escutar uma buzina fraca que vinha do horizonte. Junto com ela o barulho de um motor volks, daqueles antigos, ano 69. Meio impertinente, a buzina penetrava meus ouvidos e batia no cérebro como um tambor: Boum! Boum!. Até perdi o pensamento. Comecei então a tentar ver quem dirigia aquele veículo branco estranhamente colorido com riscos de várias cores. Vendo ele chegar mais perto, percebi que aqueles riscos eram feitos com canetinhas. Frases de escritores famosos e até de desconhecidos. E foi por uma dessas frases que reconheci o motorista: "A vida é uma taça de champagne borbulhando de oportunidades". Um velho amigo havia me dito isso uma vez. Era ele quem vinha naquele estranho veículo automotor ao meu encontro. Era ele quem havia voltado depois de tanto tempo pra cumprir o prometido.&lt;br /&gt;Tudo começou com uma conversa alheia: "um dia a gente ainda compra uma Kombi, coloca uma mochila nas costas e sai viajando por aí, livres". Nós éramos garotos. Eu tinha 18 e ele 17 anos. Sempre tivemos aquele espírito romântico-aventureiro dos filmes de hollywood. Haviam dias que começávamos a viajar sem sair do quarto. Conversávamos sobre assuntos aleatórios: desde a garota bonitinha do colégio até a desigualdade social e os problemas do mundo. Íamos ao Egito, à Europa e até mesmo a outras partes do Brasil. Mas nunca viajamos de verdade. Um dia surgiu um recado: "eu tô querendo ser livre, tá afim?". Eu, como bom e velho aventureiro que sou, respondi: "Mas é claro!". E dessas conversa renasceu o sonho de pegar a estrada.&lt;br /&gt;- E aí, meu velho? Quanto tempo não?!&lt;br /&gt;- Pois é. O tempo passou e você não mudou nada. Sempre surpreendendo.&lt;br /&gt;- Eu vivo disso! Mas então, a mala tá pronta?&lt;br /&gt;- 20 minutos. - São seus. Enquanto isso vamos conversando.&lt;br /&gt;- Claro.&lt;br /&gt;- O que você me conta?&lt;br /&gt;- Uai, cara. Minha vida tá ganha, né?! Recebo R$. 0,50 a cada chip antidepressivo vendido. E como há muito tempo a moda é tomar esses remédios, estou nadando em dinheiro.&lt;br /&gt;- Você sabe que eu sempre fui contra esses negócios, né?! De remédios antidepressivos pra qualquer caso de "estresse".&lt;br /&gt;- Eu sei. E também sou contra. Mas alguém precisa ganhar a vida.&lt;br /&gt;- É. Você é que tá certo. Mas então, e a esposa, como está?&lt;br /&gt;- Está muito bem. Trabalhando muito pra variar. Viajou no começo da semana para um congresso em NY e vai passar duas semanas por lá.&lt;br /&gt;- Ô beleza, eihn?! É o tempo que nós precisamos. Se brincar ela ainda nos encontra no meio da estrada.&lt;br /&gt;- É. Vai dar pra curtir beleza. E quando ela voltar falo pra ir nos encontrar. Mas, vem cá!? Nós só falamos de mim até agora. E você? Casou ou quá?&lt;br /&gt;- Ah cara... você sabe como eu sou, né?! Não consigo achar a mulher certa pra mim e, quando acho que achei, ela me mostra que eu estava enganado. No momento tô enrolado com uma garota lá da cidade, mas não tô muito otimista.&lt;br /&gt;- Larga essa vida de galinha. Tá parecendo os moleques da nossa adolescência.&lt;br /&gt;- kkkkkk. Galinha não. Você sabe que não é bem assim. Eu só não encontro "A" mulher.&lt;br /&gt;- Tá certo. Então, deixa de enrolação e vamos cair na estrada.&lt;br /&gt;- Demorou, meu irmão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E caímos na estrada.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-6387386518983403707?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/6387386518983403707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=6387386518983403707' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/6387386518983403707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/6387386518983403707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2008/05/estava-deitado-na-varanda-de-casa.html' title='1º Capítulo'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6562574393469457994.post-6196415666422565765</id><published>2008-01-22T11:27:00.000-08:00</published><updated>2008-01-22T11:34:53.046-08:00</updated><title type='text'>Carta a Caco Barcellos</title><content type='html'>Goiânia, 18 de janeiro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Caco Barcellos&lt;br /&gt;Apresentador do programa “Profissão Repórter”,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho fazer uma proposta à edição do programa, pois acredito que o que penso condiz com a linha de pensamento do programa. Tenho percebido, ao assistir "Profissão Repórter", a escolha de temas polêmicos e temas que dão audiência, afinal, todo programa de tv precisa de audiência.Há algum tempo, eu, juntamente com dois amigos, discutimos sobre como ajudar as pessoas. Surgiram idéias como montar um grupo estudantil para jovens de escolas públicas, apresentar peças teatrais cobrando 1Kg de alimento não perecível como ingresso com o intuito de doar para creches, dentre outras. Mas todas essas idéias tinham uma amplitude muito pequena. Apesar de muitas pessoas falarem que o importante é fazer a sua parte e deixar que os outros façam a deles, nós não quisemos largar esse pequeno "sonho" de um lugar melhor pra se viver.Então surgiu o impasse: "como fazer para ajudar um grande número de pessoas sendo tão poucos como somos?". E foi aí que surgiu a idéia: "nós não precisamos ajudar diretamente as pessoas. Se ajudarmos pessoas (ou instituições) que ajudam outras pessoas estaremos ajudando do mesmo jeito".Daí foi arregaçar as mangas e partir para o trabalho. Pesquisamos algumas empresas de âmbito nacional que pensam em sustentabilidade. E já que esse é o novo tema que corre por aí não foi difícil saber quais são e quais os projetos mais viáveis. Procuramos saber o que é sustentabilidade para entender melhor o que estávamos fazendo. Mas mesmo assim ainda faltava algo. Como iriamos ajudar essas empresas sendo nós tão poucos como somos? E foi aí que surgiu na nossa mente o “Profissão Repórter”. É um programa de âmbito nacional, possui bastante credibilidade e audiência, além de trabalhar com temas muito polêmicos como é o nosso.A nossa proposta ao programa é que ele mostre ao Brasil as empresas que investem em sustentabilidade social e ambiental para que isso vire uma mania nacional. Vocês, muito mais do que nós, sabem que o que passa na Globo é o que o Brasil faz, sendo o segundo uma consequência do primeiro e não o contrário. Daí vocês se perguntam: “E o que vamos ganhar com isso?”. Posso responder que, além do prazer de ajudar o país de vocês, ganharão mais credibilidade e audiência, dentre outras coisas mais. E o que a Globo ganha com isso? Ela ganha muito mais que o próprio programa, pois vai recuperar um pouco da credibilidade com quem a mantém, credibilidade essa que não vai muito bem das pernas. Além, é claro, dos patrocínios que o programa pode conseguir das empresas que serão mostradas.Essa é uma questão primordial não só para um Brasil melhor, mas para um mundo melhor. Caso não seja possível montar um programa sobre esse assunto, o que peço a vocês é que repassem a idéia: “não precisamos ajudar diretamente, uma simples compra de um produto de uma empresa que tem políticas de sustentabilidade já está ajudando muitas pessoas”.&lt;br /&gt;Agradecemos previamente,&lt;br /&gt;Chrystian Borges&lt;br /&gt;Pedro Pacheco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6562574393469457994-6196415666422565765?l=correiouniversal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://correiouniversal.blogspot.com/feeds/6196415666422565765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6562574393469457994&amp;postID=6196415666422565765' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/6196415666422565765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6562574393469457994/posts/default/6196415666422565765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://correiouniversal.blogspot.com/2008/01/carta-caco-barcellos.html' title='Carta a Caco Barcellos'/><author><name>Chrystian</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15271641947508208729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_oCePeMJZJho/R5ADM90CNhI/AAAAAAAAAAM/xIWLI656DOk/S220/Neguinho.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry></feed>
