"Não fazia idéia do que teria acontecido para estar se sentindo daquele jeito. Talvez seria a cor cinzenta do dia que passava lentamente. Mas já acordara assim e ainda nem era dia. Então poderia ser algo vivido na noite anterior. O sentimento era escuro.
sábado, 21 de novembro de 2009
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
(In)compreensão.
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domingo, 22 de março de 2009
Ah, como eu queria
que o amor fosse
sempre assim.
De poder fazer tudo.
De sentir-se o mais poderoso do mundo.
Queria que o amor fosse,
sempre,
como a gente sente de vez em quando:
inigualável sensação de magia.
Se o amor fosse sempre assim,
De morder uma nuvem,
De sair do vazio,
Sem briga e nem discussão,
sem ciúme,
sem compromisso.
Se ele fosse só de sentir,
não de falar.
Só de ouvir,
não de pensar.
Aí sim eu não precisaria mais de nada.
Se eu sentisse aquele amor
Que eu sinto na lembrança
Assistindo aquele vídeo
Tomando aquele sorvete
Ouvindo aquela música
Sonhado com amanhã.
Aí o amor seria, então,
como cantam os poetas.
E eu estaria completo.
Não me entristeço
em pensar que ele não é assim
pra mim.
Gosto de pensar
que ao sonhar
você pode fazer isso por mim.
O amor é essa coisa louca
que aquece os tornozelos.
É uma noite longa que não tem mais fim.
Chrystian Borges
22/03/09
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domingo, 12 de outubro de 2008
Um texto do Chaplin
(pelo menos dizem que o é)
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim."
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
"O importante é que o suor escorreu, o sangue circulou e você fez. Você fez o impossível!"
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sábado, 20 de setembro de 2008
Mudanças
Resolvi mudar. E espero, do fundo do coração, que essa vez não seja como as outras. Já ouvi tantas vezes essa mesma frase de mim mesmo, e as mesmas tantas vezes me vi esquecer todas aquelas idéias mirabolantes de ser diferente. Quero que dessa vez eu consiga cumprir as promessas, consiga colocar em prática os planos, consiga estabelecer metas e, principalmente, alcançá-las. Normalmente fazemos essas mudanças na virada do ano, época em que todo mundo quer melhorar o que fez no ano anterior. E, na maioria avassaladora dos casos, não cumprimos nada do que prometemos.
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sábado, 6 de setembro de 2008
5º Capítulo
"A noite foi muito longa naquela véspera. Logo que conversamos com a senhora, dona da casa, fomos para o imóvel alugado. Essa era a parte boa. Não dormiriamos na Kombi. Paramos na porta da casa, que ficava num beco escuro que dava em dois pontos importantes da cidade: as duas praças mais famosas. De frente para ela tinha uma viela que desembocava, uns 200 metros a frente, num beco atrás da Igreja que dormimos, na porta, na noite anterior. A casa tinha uma arquitetura bem rústica. Umas pilastras em forma de "chifres" formavam a fachada, algumas alongadas, algumas retorcidas. A entrada era por um portãozinho de ferro com espetos em cima que dava num corredor longo com algumas escadas (a casa era uns dois metros acima do nível do solo). A porta da sala estava a uns cinco metros do portãozinho e continuando-se no corredor, encontrava-se um quintal com uma área coberta e outra descoberta. Entrando pela sala, que tinha dois sofás pretos (um de dois lugares e outro de três) e uma televisão vinte polegadas, à esquerda ficavam os quartos, que eram dois: um logo após a sala e o outro, com suíte, depois de um corredor em formato de cômodo "quebra-galho" ( serve para o que precisar). O último quarto dava para a rua numa janela de madeira empenada. À direita, pela sala, tinha mais outro quarto, e depois uma cozinha subindo alguns degraus. Na cozinha, perto da porta que dava para o quintal, tinha um banheiro com chuveiro (de água fria) e tudo.
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Chrystian
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